O criptomercado tem demonstrado um enorme potencial, provando ser extremamente rentável para aqueles que buscam mais opções de investimentos.

Neste mercado, o Bitcoin continua dominando e sendo a moeda mais forte e valorizada. Entretanto, outros ativos têm ganhado bastante destaque e merecem atenção especial.

É verdade que o Bitcoin revolucionou o mercado financeiro, sendo a primeira moeda totalmente digital e baseada em criptografia.

Além disso, pavimentou o caminho para o surgimento de novas moedas. O próprio criador, conhecido pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, incentivou a criação de novas criptomoedas, destacando a importância do surgimento de novas blockchains para o desenvolvimento sustentável do mercado.

Em 2011, apenas dois anos após o surgimento do Bitcoin, o mercado começou a dar indícios de que caminharia nesse sentido, com o surgimento da segunda criptomoeda, que ficou conhecida como Namecoin (NMC).

Dali para frente, vários ativos surgiram e hoje o mercado conta com diversas opções para os investidores.

Veja, então, três opções de criptomoedas, além do Bitcoin, para adquirir em uma exchange de criptomoedas ainda este ano:

1. Ethereum (ETH)

Atualmente, a Ethereum é a moeda digital mais valorizada do mundo depois do Bitcoin e possui uma proposta de valor diferente das demais.

Além de seu papel como moeda digital, ela é também uma plataforma que possibilita a criação de aplicativos descentralizados, os “dApps”, e também contratos inteligentes, os Smart Contracts, que são amplamente utilizados para os serviços de finanças descentralizadas, os DeFi.

A capacidade de inovação apresentada por essa criptomoeda representa uma excelente oportunidade de investimento. 

2. Solana (SOL)

Criada em 2017, a SOL é uma das criptomoedas que têm chamado maior atenção no momento, por conta do seu histórico de valorizações.

O ativo, que possui código aberto e blockchain programável, se assemelha muito à ETH, possibilitando a criação de contratos inteligentes para transações financeiras e sendo bastante utilizada para serviços de finanças descentralizadas.

A Solana se destaca por ter uma blockchain robusta e segura, onde as transações são executadas instantaneamente e com custo muito baixo, quando comparada às suas concorrentes.

Além disso, utiliza como mecanismo de validação a prova de participação “proof-of-stake”. Essa validação permite aos seus portadores realizarem o “staking”, prática onde há o bloqueio de parte de seus ativos como garantia na validação de transações, o que rende recompensas em valor da própria moeda, sendo essa uma excelente forma de gerar renda passiva.

3. USD Coin (USDC)

Outra ótima opção de ativos são as stablecoins. Essas criptomoedas têm seu valor atrelado a algum outro ativo real, que pode ser commodities ou moedas fiduciárias, como o dólar, por exemplo, com a premissa de serem criptomoedas mais estáveis.

A USD Coin é lastreada em dólar, ou seja, para a quantidade de criptomoedas adquiridas, haverá o valor correspondente de dólar em reserva. A USD Coin é a segunda maior stablecoin em circulação e roda na rede da Ethereum.

Além da estabilidade, a moeda se destaca por facilitar transações internacionais, minimizando custos com taxas de transferência, sendo também uma excelente opção para reserva de valor e proteção de patrimônio.

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Administrador de empresas, formado em administração pela Universidade Federal do Paraná, Maurício Nakamura começou sua carreira sendo estagiário em uma empresa de contabilidade. Apaixonado por escrever, ele se dedica em ser um dos editores chefe do site Revista Dedução, onde pode ensinar outros aspirantes à arte de se especializar no mundo da administração.