Ana Paula Renault recusa figurino e diz ‘Me tirem
A participante Ana Paula Renault se recusou a usar o vestido enviado pela produção para uma festa no BBB 26, da TV Globo. O incidente aconteceu nesta sexta-feira, 13 de março de…
A participante Ana Paula Renault se recusou a usar o vestido enviado pela produção para uma festa no BBB 26, da TV Globo. O incidente aconteceu nesta sexta-feira, 13 de março de 2026.
Ao experimentar a peça, Ana Paula reclamou do visual e do caimento. “Isso aqui é figurino? Eu vou chorar de ódio”, disse ela. A sister, que tem 44 anos, afirmou que seu estilo não foi respeitado. “Não é nem do meu tamanho o negócio”, completou, mostrando a roupa para o colega Breno.
A voz da produção, no entanto, rebateu as reclamações. Foi informado aos brothers que nunca foi permitido deixar de usar o figurino de festa. Além de Ana Paula, os participantes Chaiany e Juliano também não gostaram das peças que receberam.
Ana Paula foi enfática em sua recusa. “Não tem Deus que me faça usar. Me tirem do programa, aí vocês vão arrumar problema comigo”, desabafou. Ela questionou se em seu contrato estava escrito a obrigação de usar o figurino e destacou que não costuma usar vestidos.
“Tenho 44 anos, sou flácida, fica tudo batendo”, justificou. Ela também contou que a colega Jordana perguntou se aquela roupa era o figurino e chegou a pensar que Ana Paula estava de pijama. “Me arruma outra roupa”, pediu ela à produção.
Diante da negativa, Ana Paula tomou uma decisão. Ela trocou o vestido por uma calça jeans de seu próprio uso. No entanto, manteve outros itens do conjunto enviado: a jaqueta, as botas e o brinco.
Minutos após a troca, a produção voltou a se manifestar no confessionário para repreender o grupo. “Senhores, não haverá outro aviso: o figurino não é brincadeira. Segue o jogo”, disse a voz. A situação mostra mais um conflito entre os participantes e a direção do programa sobre as regras a serem seguidas dentro da casa.
Esse tipo de desentendimento sobre figurinos não é inédito em edições do Big Brother Brasil. Em temporadas anteriores, outros participantes já manifestaram insatisfação com as roupas escolhidas pela produção para eventos e festas temáticas. A questão frequentemente levanta debates sobre a autonomia dos brothers e sisters em relação à própria imagem durante o confinamento.
O contrato dos participantes, embora não detalhado publicamente, costuma estabelecer diretrizes sobre a participação em atividades obrigatórias, que podem incluir o uso de roupas específicas em determinados momentos. A recusa em seguir essas orientações pode, em tese, configurar uma quebra de regras, sujeita a advertências ou outras penalidades conforme o regulamento interno.